Os florenses Ademir Polo, Catiane Garibaldi, Kátia A. Salvador, Marilei T. Francescatto e Tassiane Poleto, além do paduense Lauri Kamchen, desafiaram seus próprios limites e participaram, pela primeira vez, da Corrida Internacional de São Silvestre.
No último dia de 2025, os florenses Ademir Polo, Catiane Garibaldi, Kátia Angélica Salvador, Marilei Terezinha de Araújo Francescatto e Tassiane Poleto, além do paduense Lauri Kamchen, desafiaram seus próprios limites e participaram, pela primeira vez, da Corrida Internacional de São Silvestre.
A prova chegou à sua 100ª edição, reunindo 55 mil inscritos, número recorde na história do evento, além de uma premiação total superior a R$ 295 mil, a maior já registrada. Os vencedores da elite foram Muse Gizachew, da Etiópia, no masculino, e Sisilia Panga, da Tanzânia, no feminino. Entre os brasileiros, os melhores colocados foram Fábio Jesus Correia e Núbia de Oliveira, ambos conquistando a terceira colocação em suas respectivas categorias.
Flores da Cunha e Nova Pádua estiveram representados na maior corrida de rua do Brasil, com atletas que encararam os 15 km do tradicional percurso pelas principais ruas e avenidas da capital paulista. Para Marilei Francescatto, participar de uma prova tão emblemática e representar Flores da Cunha foi uma experiência extremamente gratificante.
A florense Kátia Angélica Salvador percorreu todo o trajeto carregando a bandeira do Rio Grande do Sul e destacou a emoção ao cruzar a linha de chegada. “Naquele dia 31, a corrida me proporcionou um dos momentos mais especiais que vivi nesta modalidade que escolhi e pela qual me apaixonei desde o primeiro dia”, resumiu.
Tassiane Poleto relatou que a participação na prova mais tradicional do país representou a oportunidade de reviver memórias e construir a própria história como corredora. “Acredito que quem corre almeja estar lá, nem que seja uma vez na vida. Sempre assistia pela TV e me imaginava correndo pelas ruas de São Paulo. Se alguém me dissesse no início de 2025 que isso aconteceria, eu jamais acreditaria, mas a vida nos surpreende”, frisou.
De acordo com Catiane Garibaldi, a São Silvestre é um verdadeiro marco. “Sempre acompanhei a corrida pela TV. Para os corredores, é algo incrível, uma prova cheia de energia, alegria e superação. O público incentiva o tempo todo. Eventos assim mostram que nem sempre precisamos competir, mas participar para, no futuro, contar essa experiência aos nossos filhos e netos”, destacou.
Ademir Polo também ressaltou a importância de ter feito parte desse momento histórico. “Foi um privilégio muito grande participar da 100ª edição da São Silvestre, ao lado de 55 mil corredores”, afirmou.
Único representante de Nova Pádua, Lauri Kamchen destacou a atmosfera única da prova. “A São Silvestre é diferente de tudo o que já vivi. O clima, a energia e a torcida fazem toda a diferença. Confesso que realizei um sonho de criança”, finalizou.
Texto: Maicon Pan
Fotos: Redes Sociais dos Atletas